Um percurso ligado à cozinha japonesa
O percurso começou no Assuka, em 2006. Anos mais tarde, a passagem pelo Pakta, em Barcelona, marcou uma etapa decisiva — um dos grandes saltos da sua carreira, segundo o próprio Chef. Seguiram-se o Midori, no Penha Longa, e passagens por A Cevicheria, Sea Me e Praia no Parque.
Em 2021, o Chef ajudou a dar forma ao conceito que evoluiu para o KAPPO atual, em Cascais. Nesse ano, foi distinguido como Chef Revelação do Ano pela Revista de Vinhos.
Em julho de 2022, abriu o Izakaya, também em Cascais, um projeto mais informal e complementar. O KAPPO mantém-se como o restaurante de referência do grupo; o Izakaya permite explorar outra expressão da cozinha japonesa.
A experiência no centro do KAPPO
Para o Chef, a experiência de cada convidado é o principal foco do KAPPO. O omotenashi — a atenção dedicada à forma de receber e servir — está no ritmo, na proximidade e na relação entre cozinha e sala.
Não o entendemos como um elemento separado do que acontece no balcão. O tempo de cada preparação, a forma como chega ao convidado e a atenção da equipa fazem parte de uma experiência que pensamos como um todo.
Uma identidade própria, construída em equipa
A relação do Chef com a cozinha japonesa parte do respeito pela tradição e deixa espaço para uma expressão própria. No KAPPO, esse respeito convive com o produto português e com uma linguagem que continuamos a construir em equipa.
Essa identidade é também coletiva. Os resultados que alcançamos no KAPPO não pertencem a uma só pessoa, mas ao trabalho conjunto da cozinha, da sala e de toda a estrutura que acompanha o restaurante.
Em 2026, o KAPPO recebeu uma Estrela MICHELIN e um Sol Guia Repsol. Recebemos estas distinções como parte de um percurso construído em equipa. O trabalho continua, serviço após serviço, no balcão do KAPPO.